domingo, 14 de agosto de 2011

Os doze como conceito de liderança

Os 12 tem sido entendidos como um número místico no evangelho.
Na verdade, por vezes, perdem a sua função essencial e não cumprem o seu propósito.
Em Nm 28 a estratégia de Deus traz cura ao povo, anos mais tarde, a mesma estratégia passa a ser deturpada pelo povo (e por sacerdotes levantados para perpetuá-la). Isso durou mais de 500 anos, até 2 Re 18:4. Só caiu quando alguém se levantou contra. Isso se chama reforma.. Volta ao caminho, ou como queira chamar.

Será que ninguém percebeu o que aconteceu?
A serpente havia se tornado mais importante que o propósito imdiato de Deus e já não picava corpos físicos, mas durante anos picou  e envenenou corações, afinal, um rito foi estabelecido em função dela, em função apenas de uma estratégia que já havia passado.

Estratégias divinas não são maiores que os propósitos de Deus.
Elas funcionam apenas em função desse propósito. Não tem vida em sí. Tem unção que vem de Deus para fncionarem especificamente no propósito cabível.

Quando passamos a entender os 12 como conceito de liderança, deixamos de lado o místico para entrar na área da prática.
Se não nos atermos apenas ao número, mas ao sentido que emana dele, passando de apenas um grupo de pessoas e alcançando o sentido da formação de liderança, cada qual no seu tempo, na sua velocidade e na sua maturidade, poderemos recuperar o seu propósito, unção e aplicação.

Gerações imaturas foram levantadas (na verdade não foram amadurecidas no processo) e com isso perdidas ou desprezadas pelo próprio despreparo e consequente falta de frutos. Tudo por não enxergar o propósito, ou enxergar algum outro equivocado.

E isso é responsabilidade pastoral. É nossa responsabilidade.
Não sei se você entendeu, amigo. É sua responsabilidade o que você aplica na sua igreja.
E não adianta culpar Deus no processo.

O fruto só pode ser exigido quando há cuidado e preparo. Lc13:6

Entender esse conceito implicito nos doze nos dá uma visão mais pastoral do processo, e implica em ter primeiro as estratégias para despertar, levantar e inserir essas gerações.
Isso se chama pastoreio.

A preocupação deixa de ser  o "ter" uma grande Igreja e passa a ser estabelecer um processo de natural de crescimento e formação de lideranças (na visão original do SENHOR), crescendo progressiva e sustentávelmente.

O erro é apenas uma questão de visão. Mas por envolver vidas nesse processo, torna-se necessário cuidado.
Pensemos então a quem nossa visão tem servido. A que propósitos. Qual seu fruto. E, por fim, o que temos feito das vidas que Deus tem permitido andarem conosco.

Seria bom se pudéssemos lembrar das primeiras vidas que Deus nos concedeu em nossa caminhada, e de tantas outras nesse processo. Onde estão, como estão e porque se afastaram.
Será que elas erraram tanto, não se adequavam ao modelo divino ou será que somos tão infaliveis e perfeitos?

Afinal, um pouco de colírio não faz mal a ninguém.

1 comentários:

  1. OI PASTORZÃO
    VC SABE QUE EU ME ESPELHO MUITO EM VC , E FICO CONTENTE POR ESSE CANAL DE COMUNICAÇÃO INDEPENDENTE. QUE DEUS LHE CAPACITE E DE SABEDORIA PARA SEU PROJETO BOMBAR MUITO NA NET. E QUE VENHA O REINO DE DEUS NA VIDA DE TODOS QUE O ACOMPANHAREM NESSA NOVA CAMINHADA
    BEIJOS E SUUUCEEESSSSSSSOOOOOOO
    R A N D A L

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